segunda-feira, 30 de agosto de 2010
Agora estou aqui ouvindo um som bacana do Jack Johnson,
E pensado em várias coisas, no que escrever, sei lá, vou deixar fluir como essa música que está tocando na minha alma nesse momento.
O que é fluir? Será que é como o mar? Um rio? Um raio de sol? O brilho da lua? Um papo com os amigos? O destino fazendo duas pessoas se juntar? Quando deixamos o amor falar mais alto que a razão?
Fluir deve ser algo que você está pesando agora, momentos que você está lembrando, sentimentos que você está sentido neste momento.
Fluir e deixar que as coisas se encaixem, encontre seu habitar natural, que é sua mente, seu coração e sua energia.
Fluir é quando você deixa que a onda “bad” que um dia te derrubou vá embora e não fique presa a ela, afinal todos os dias o mar da vida faz fluir várias ondas, que querem estar no seu presente e fazer você ver um novo horizonte, onde o sol esteja em cada olhar seu e seja luz em várias vidas!
Fluir é algo que não conseguimos definir, e muito menos explicar, mas sei que nesse momento deixei a vida fluir em mim.
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
O amor é a única revolução verdadeira !
Quando eu me perco é quando eu te encontro Quando eu me solto seus olhos me vêem Quando eu me iludo é quando eu te esqueço Quando eu te tenho eu me sinto tão bem Você me fez sentir de novo o que eu Já não me importava mais Você me faz tão bem Você me faz, você me faz tão bem Quando eu te invado de silêncio Você conforta a minha dor com atenção E quando eu durmo no seu colo Você me faz sentir de novo O que eu já não sentia mais Você me faz tão bem Você me faz, você me faz tão bem Você me faz, você me faz tão bem Você me faz, você me faz tão bem Não tenha medo Não tenha medo desse amor Não faz sentido Não faz sentido não mudar Esse amor Você me faz tão bem Você me faz, você me faz tão bem Você me faz, você me faz tão bem Você me faz, você me faz tão bem Você me faz, você me faz tão bem
quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Ah! Se eu pudesse retornar no tempo! Conquistaria menos poder e teria mais poder de conquistar. Beberia algumas doses de irresponsabilidade, me colocaria menos como aparelho de resolver problemas e me permitiria relaxar, pensar no abstrato, refletir sobre os mistérios que me cercam.
Se eu pudesse retornar no tempo procuraria meus amigos da juventude. Onde estão? Quem está vivo? Eu os procuraria e reviveria as experiências singelas colhidas no jardim da simplicidade, onde não havia as ervas daninhas do status nem a sedução do poder financeiro.
Se eu pudesse retornar, daria mais telefonemas para a mulher da minha vida nos intervalos das reuniões. Procuraria ser um profissional mais estúpido e um amante mais intenso. Seria mais bem humorado e menos pragmático, menos lógico e mais romântico. Escreveria poesias tolas de amor. Diria mais vezes ‘eu te amo!’. Reconheceria sem medo: perdoe-me por trocá-la pelas reuniões de trabalho! Não desista de mim.
Ah, se eu pudesse retornar nas asas do tempo! Beijaria mais meus filhos, brincaria muito mais, curtiria sua infância como a terra seca absorve a água. Sairia na chuva com eles, andaria descalço na terra, subiria em árvores. Teria menos medo que se ferissem e se gripassem e mais medo de que se contaminassem com o sistema social. Seria mais livre no presente e menos escravo do futuro. Trabalharia menos para lhes dar o mundo e me esforçaria muito mais para lhes dar o meu mundo.(...)
Se eu pudesse retornar no tempo, daria todo o meu dinheiro para ter mais um dia com eles e faria desse dia um momento eterno. Mas eles se foram; as únicas vozes que ouço são as que ficaram ocultas nos escombros da minha memória: “papai, você é o melhor pai do mundo, mas o mais ocupado também”. (...)
O passado é meu algoz, não me permite o retorno, mas o presente levanta generosamente meu semblante descaído e me faz enxergar que não posso mudar o que fui, mas posso construir o que serei. Podem me chamar de louco, psicótico, maluco, não importa. O que importa é que, como todo mortal, um dia terminarei o show da existência no pequeno palco de um túmulo, diante de uma platéia em lágrimas.(...) Nesse dia, não quero que digam: “Eis que nesse túmulo repousa um homem rico, famoso e poderoso, cujos feitos estão nos anais da história”. E nem que digam: “Eis que jaz nele um homem ético e justo”. Pois isso é mera obrigação. Mas espero que digam: “Eis que nesse túmulo repousa um simples caminhante que entendeu um pouco o que é ser um ser humano, que aprendeu um pouco a ser apaixonado pela humanidade e conseguiu um pouco vender sonhos para outros passantes...”
segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Daqui desse momento
Do meu olhar pra fora
O mundo é só miragem
A sombra do futuro
A sobra do passado
Assombram a paisagem.
Quem vai virar o jogo
E transformar a perda
Em nossa recompensa
Quando eu olhar pro lado
Eu quero estar cercado
Só de quem me interessa.
Às vezes é um instante
A tarde faz silêncio
O vento sopra a meu favor
Às vezes eu pressinto e é como uma saudade
De um tempo que ainda não passou
Me traz o seu sossego
Atrasa o meu relógio
Acalma a minha pressa
Me dá sua palavra
Sussurra em meu ouvido
Só o que me interessa.
A lógica do vento
O caos do pensamento
A paz na solidão
A órbita do tempo
A pausa do retrato
A voz da intuição
A curva do universo
A fórmula do acaso
O alcance da promessa
O salto do desejo
O agora e o infinito
Só o que me interessa.
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